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segunda-feira, março 12, 2007

O Espião


I'm a spy in the house of love. I know the dream, that you're dreamin' of. I know the words that you long to hear. I know your deepest, secret fear. I'm a spy in the house of love. I know the dream, that you're dreamin' of. I know the words that you long to hear. I know your deepest, secret fear. I know ev'rything. Ev'rything you do. Ev'rywhere you go. Ev'ryone you know. I'm a spy in the house of love. I know the dreams, that you're dreamin' of. I know the words that you long to hear. I know your deepest, secret fear. I know your deepest, secret fear. I know your deepest, secret fear. I'm a spy, I can see you What you do. And I know.



Soam os primeiros acordes e lá vamos nós outra vez…
Gosto da música, mas se hoje pudesse escolher provavelmente escolheria nunca a ter ouvido, acho que é a coisa mais parecida que tenho com um trauma.
Sinto-a imediatamente no peito e nos olhos, ela tortura-me e conforta-me ao mesmo tempo, mas porque raio a ouço tantas vezes? Será que quero purgar este demónio que se me instalou na alma? Ou será que estou a alimentar o sacana, e no fundo quero mesmo ser um daqueles tipos patéticos que querem sofrer, e que os entendam, e que no fundo apenas se distanciam porque querem que os outros se aproximem?

“…Vais viver em muitas casas e nenhuma será tua”
“…E nada jamais será teu, ninguém te pertencerá porque não te permites a isso”

A qualquer momento ela pode vir, ela está dentro de mim e as vezes parece que nunca a vou esquecer, esta tudo bem e então soa a voz…Está tudo perdido então.

“…Abandona este lugar, tu não pertences aqui, toda a gente sabe quem tu és…Um espião só é útil enquanto consegue esconder a sua identidade”

Sinto-me como aquela personagem de banda desenhada, o Monstro do pântano, serei eu uma planta que um dia foi um homem, ou será que sou uma planta que tem a fantasia que foi um homem.

Tenho de sair daqui penso eu, para um sítio onde não se ouçam outras vozes, talvez não seja suposto ouvirmos tanta coisa... Sabermos tanto e de tanta gente diferente.

7 comentários:

Filipe Freitas disse...

Venho agradecer a mensagem de solidariedade deixada no meu blog no artigo de 9 de Março de 2007 em virtude de eu o ter suspendido. Fiquei muito sensibilizado com o apoio que me foi dado. Espero voltar brevemente para que o sol possa brilhar de novo na minha Praia da Claridade.
Recente habitante da Figueira da Foz (há dois autores neste blog, não sei qual é...) mas talvez nos possamos um dia conhecer pessoalmente...
Um Abraço.

Wakewinha disse...

Lamento dizer, mas as recordaçoes não nascem na música, bem pelo contrário: é a música que brota do que o teu cérebor guarda!!! ;)

Wakewinha disse...

Assim de repente... lembrei-me de perguntar... onde anda o Adriano?!?

Anónimo disse...

obrigad pela tua visita e teu comentario...Mas axo k estas enganado..Dá uma vista de olhos aki...http://aspirinab.weblog.com.pt/2006/11/fazme_o_favor.html

Lia Bettencourt disse...

isto ou é do calor ou do cansaço....
venho cá mais logo...tou lerda, é impossível!

beijo

Praia da Claridade disse...

Olá, Adriano, aqui também nesta cidade maravilhosa !
Infelizmente um pouco afastado da internet nestes últimos tempos, venho agradecer os comentários colocados no meu blog e desejar os meus votos muito sinceros de uma Páscoa muito Feliz...
Um Abraço.
Filipe

Anónimo disse...

Ou então é mesmo suposto saberes...nunca tens nada que seja demais para ti, porque nenhum fardo é excessivo, é sempre na tua medida...por isso, o conhecimento que adquires é sempre na tua medida :)
Embora também concorde que, às vezes, temos de saber até onde podemos ir...mas acho que nunca vamos demais, não sei...
Marta